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Francisco Batista Pereira PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Antonio Cruz Ramos   
Domingo, 28 Abril 2013 09:40

7 de Abril de 1942/19 de Março de 2013

É com muita tristeza que a familia de Francisco Batista Pereira, anuncia a sua passagem, aos 70 anos de idade, desta vida terrena, para a vida , na casa do Pai.
O Chico, como todos o conheciam, imigrou para o Canadá/Vancouver, com 17 anos de idade.
Visitou Portugal várias vezes e tinha muito orgulho, nas suas raizes, radicadas em Cebola/S. Jorge da Beira, onde passou a meninice e parte da sua juventude.
Amável e de bom trato, era estimado não só pelos seus familiares e amigos, como também por todos quantos cruzaram o seu caminho.
A vigilia de oração e os serviços fúnebres, foram uma demonstração do quanto era estimado por todos os que o conheceram.
A igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Vancouver, foi pequena, para acomodar, todos quantos se dignaram vir-lhe prestar a sua derradeira homenagem e apoiar a familia, nestes momentos de dôr.
Apesar de acreditarmos, numa vida melhor, depois desta passagem terrena, é sempre humanamente dificil, vermos partir, do meio de nós, um ente querido.
Daí a importância dos amigos, neste momento de luto.
A família: Maria do Rosário (esposa), filhos: Nancy/José Campos e Leroy/Denise, os netos: Melissa e Tó Zé, bem como Maria, sua sogra e restantes membros da familia, agradece a todas as pessoas que os acompanharam, neste momento de dôr, participaram nas exéquias fúnebres e acompanharam o seu corpo à sua última morada.
Agradece também, todas as provas de carinho e amizade que de perto ou de longe receberam como: telefonemas, e cartas de condolências, em particular dos residentes, em S. Jorge da Beira.
Ao Chico, amigo de infância e companheiro de jornada, nos caminhos da imigração, agradeço todo o apoio e encorajamento que me deu, quando cheguei a Vancouver, na década de 1960.
Recordo com saudade, a sua amizade e a sua maneira positiva de encarar a vida.
Foi comigo tirar o cartão social, abonando a meu favor, arranjou-me o primeiro emprego, nos caminhos-de-ferro da Colúmbia Britânica e encorajou-me a continuar os estudos.
Sempre que o encontrava, era aquele abraço de alegria e amizade que guardo como prenda, no meu coração.
Amigo Chico, peço ao Senhor Ressucitado te tenha num bom lugar, no Seu Reino.
Vela pelos teus familiares e amigos, como fizeste enquanto te encontravas fisicamente, no meio de nós.
Até breve, amigo.
À família em luto, apresento as minhas condolências e ao Chico, lembrá-lo-ei, nas minhas orações/celebrações.
António Batista da Cruz Ramos, D.P.
 

 

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