... já o previa, por isso antecipei-me!
http://tornadouro.blogspot.com/2008/06/as-palavras-onde-queremos-que-nos.html
Nota: ...falar de JJ, não se trata da memória de um jogo de futebol, dos gloriosos tempos do Estrela da Serra, falo/defendo o direito a uma memória tão digna como a de qualquer mortal.
Isto é fácil de entender para quem não se sente superior, em dignidade, a qualquer um dos seus semelhantes.
Isto é fácil de entender para quem não se sente superior, em dignidade, a qualquer um dos seus semelhantes.
Mas, quando o apelo à memória colectiva, é tão lancinante, mais exigente se torna a defesa da dignidade de todos, sem excepção.
Inexplicável esta contradição?
Apreciei a alquimia literária da prosa. Apreciei a sua subtileza, ao tentar transformar uma posição individual (extemporânea), fora de contexto (como quem quer jogar futebol com uma bola de rugby), transformá-la, dizia eu, num sentir colectivo, arremessando o direito à dignidade da memória de um homem, contra a memória colectiva de um povo!
Apreciei a alquimia literária da prosa. Apreciei a sua subtileza, ao tentar transformar uma posição individual (extemporânea), fora de contexto (como quem quer jogar futebol com uma bola de rugby), transformá-la, dizia eu, num sentir colectivo, arremessando o direito à dignidade da memória de um homem, contra a memória colectiva de um povo!
Eu é que peço decoro e honestidade intelectual, para não transformar um episódio (um facto), numa tentativa de arremesso à memória do povo de S. Jorge. Tentando fazer deste episódio uma afronta a todo o Povo. Só lhe falta (do alto de tanta autoridade) mandar tocar os sinos a rebate e ordenar o linchamento “deste malvado”!
Elementar populismo, para tanta prosápia!
Vitor Baptista
ps: Há quem recorra às suas fontes, atribuindo-lhes a credibilidade que lhe convém. Eu assisti a alguns episódios e a minha família deu guarida a este homem, quando muitos o escorraçavam! As fontes não o informaram disso?